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ago 17

Vamos falar sobre solidão?

Sentir-se solitário pode fazer mal à saúde mental e física

Quando a solidão é um problema? (crédito da imagem: Unsplash)

Em algum momento da vida todo mundo já se sentiu um pouco sozinho e isso é normal, as experiências e vivências de cada um são únicas e nem sempre é fácil compartilhá-las e/ou sentir-se acolhido e compreendido . Também não tem nada de errado em estar sozinho e estar bem com isso, de gostar da sua própria companhia. Porém, sentir-se sozinho, sem conexões e vínculos, pode afetar a sua saúde.

Uma pesquisa feita nos Estados Unidos mostrou que 2 em cada 5 norte-americanos sentiam que seus relacionamentos sociais não eram significativos (veja aqui: The Loneliness Epidemic) e isso aumenta a possibilidade de morte prematura. Esse sentimento de solidão pode ser mais comum em idosos mas com a chegada da pandemia e o distanciamento social, outras faixas etárias também sentem.

Já em 2018, o Reino Unido criou o Ministério da Solidão para tratar o assunto como política pública e se referia a solidão como uma “epidemia oculta”, pois além de afetar a saúde física também está relacionada como fator de risco para depressão e ansiedade. Agora em 2021, o Japão também implementou o Ministério da Solidão que, inclusive, é responsável pelo cuidado com a saúde mental da população, principalmente das pessoas que estão em isolamento por causa da pandemia e do aumento do índice da taxa de suicídios durante esse período (saiba mais em: Japão cria “Ministério da Solidão” para lidar com aumento de taxas de suicídio na pandemia).

Para combater essa epidemia é necessário um olhar amplo e não só individual mas cada pessoa pode fortalecer seus vínculos, seja com familiares, de amizade, com animais, com a comunidade, estabelecer relações com espaços, ter atividades de lazer, como hobbies, além da psicoterapia que também pode auxiliar.

 

 

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