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jun 28

Junho mês da Conscientização dos Transtornos Alimentares

 Acompanhamento psicológico faz parte do tratamento

É preciso cuidar do corpo, da mente e das emoções. (crédito: Unsplash)

Comer é algo necessário para todos mas nem sempre a relação com a comida ou a relação com o corpo é algo saudável. A preocupação excessiva com a imagem do corpo, com as calorias ingeridas ou até descontar na comida questões emocionais, como ansiedades e frustrações, indicam que essa relação precisa ser vista com mais cuidado.

Tanto que o dia 2 de junho é o Dia Mundial da Conscientização dos Transtornos Alimentares foi criado pela Academy of Eating Disorders dos Estados Unidos, para que cada vez mais informações sobre esses transtornos alcancem mais pessoas e, que assim, possam procurar ajuda correta. E, ao contrário do que muitos pensam, esses transtornos podem atingir qualquer gênero e sexo, classe social e faixa etária. Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), 4,7% da população do Brasil é diagnosticada com algum transtorno alimentar.

Segundo a Associação Brasileira de Transtornos Alimentares (ASTRALBR), os transtornos afetam a saúde mental e saúde física, e são caracterizados por distúrbios de comportamento relacionados a alimentação que são constantes e persistentes, que estão classificados tanto no DSM-5 (Manual de Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) e no CID Classificação Internacional de Doenças).

Os mais comuns e conhecidos são: anorexia, bulimia e compulsão alimentar.

Anorexia: come pouco, com baixa ingestão de poucas calorias e preocupação com  isso, com medo intenso de engordar e apresentam baixo peso do que é considerado normal para idade e altura

Bulimia:  tem episódios de comer em excesso e depois atitudes compensatórias, como provocar vômitos, também tem preocupação com o peso e o corpo

Compulsão Alimentar: episódios de perda de controle em relação com a comida, pode comer sozinho para não mostrar a quantidade e/ou comer quando não tem fome

É comum que sentimentos de culpa, aversão, vergonha, depressão, repulsa estejam presentes e isso pode dificultar em falar sobre o que está acontecendo e também de pedir ajudar. O acolhimento, a escuta empática, sem julgamentos, são fundamentais nesse processo.

Para saber mais, conheça Associação Brasileira de Transtornos Alimentares (ASTRALBR) 

Também é importante lembrar que não tem causa única, é multifatorial e complexo, por isso o tratamento tem que envolver várias áreas e vários profissionais, como nutricionista, psiquiatra, psicólogo.

Pedir ajuda não é sinal de fraqueza, mas de força!

 

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